Abre o curso com casos reais e dados epidemiológicos brasileiros (PeNSE)
que mostram por que o atendimento do adolescente exige preparo próprio.
Discute as definições de adolescência e apresenta os dois “motores” do
cérebro adolescente: o cérebro social, em que a exclusão dói, e o sistema
de recompensa, que leva à busca por novidade e risco.